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PROPRIEDADES DO AR

Não se pode pegar ou ver o ar, mas sabemos que ele existe. Através de suas propriedades é possível comprovar a sua existência.
O ar é matéria e ocupa todo o espaço do ambiente que não exista outra matéria. Por exemplo, em uma garrafa com água pela metade, o ar ocupa a outra metade (superior) desta garrafa.

O ar tem massa. Na Terra, tudo o que tem massa também tem peso, ou seja, é atraído pela gravidade terrestre, que é a força que puxa todas as coisas para o seu centro.

O ar √© compress√≠vel. Apresenta ent√£o compressibilidade. √Č a propriedade que o ar tem de diminuir de volume quando comprimido. Podemos demonstrar esta propriedade fazendo a experi√™ncia da seringa. Quando tapamos o seu orif√≠cio fica dif√≠cil de empurra o √™mbolo at√© o fim. Mas podemos ver que o ar dentro da seringa diminui de volume, comprovando a sua compressibilidade.

O ar tem elasticidade. Quando tapamos o orifício da seringa e depois soltamos o êmbolo observamos que este êmbolo tende a voltar à posição inicial. Então, o ar volta ao seu volume inicial e assim está comprovada a elasticidade do ar.
Elasticidade é a propriedade que o ar tem de voltar ao seu volume inicial, quando para a compressão.

O ar se expande. Possui a propriedade da expansibilidade. Quando uma subst√Ęncia vol√°til (que se transforma em g√°s) entra em contato com o ar, sentimos seu cheiro. Isto ocorre porque essa subst√Ęncia se expande e mistura com o ar atmosf√©rico ocupando um volume maior.
A expansibilidade do ar é a propriedade que o ar tem de aumentar de volume, ocupando todo o lugar disponível.

O ar exerce pressão. A massa de ar atmosférico exerce pressão sobre a superfície da Terra, que é a pressão atmosférica.
Em geral, n√£o sentimos os efeitos da press√£o atmosf√©rica porque o ar atmosf√©rico penetra no nosso organismo. Dos pulm√Ķes ele passa para o sangue e outros l√≠quidos do corpo, exercendo de dentro para fora uma press√£o igual √† press√£o atmosf√©rica.

Experiências Históricas

No século XVII formam feitas duas experiências históricas sobre os efeitos da pressão atmosférica: hemisfério de Magdeburgo e a experiência de Torricelli.

O prefeito da cidade alem√£ de Magdeburgo, Otto von Guericke realizou uma experi√™ncia p√ļblica para comprovar que existe a press√£o atmosf√©rica.
Mandou construir dois hemisf√©rios de cobre, com meio metro de di√Ęmetro cada um. Uniu os dois hemisf√©rios de cobre, formando uma esfera oca e, com uma bomba tirou quase todo o ar do seu interior. Antes de tirar o ar, os hemisf√©rios eram facilmente separados porque a press√£o era a mesma, dentro e fora. Mas quando o ar foi reduzido, a press√£o no seu interior ficou menor que a press√£o atmosf√©rica que atuava externamente. Essa diferen√ßa de press√£o uniu de tal maneira os dois hemisf√©rios que foram necess√°rios 16 cavalos (oito de cada lado) para separ√°-los.

Ainda neste s√©culo, o f√≠sico italiano Torricelli construiu um bar√īmetro, que √© um dispositivo capaz de medir a press√£o atmosf√©rica.
Pegou um tubo de aproximadamente 1m de comprimento, fechado numa das extremidades. Encheu-o de merc√ļrio (Hg, metal l√≠quido e denso). Tapou com o dedo a outra ponta e inverteu o tubo, mergulhou-o num recipiente que tamb√©m continha merc√ļrio. Retirando o dedo, ele notou que o metal n√£o desceu completamente do tubo porque a press√£o atmosf√©rica exercida sobre a superf√≠cie do merc√ļrio contido no recipiente n√£o permitiu que todo o merc√ļrio sa√≠sse do tubo.
A experiência foi realizada no nível do mar, então ficou convencionado:

1atm = 76cm Hg = 760mmg Hg

 

 

Press√£o e Altitude

Uma pessoa que está no nível do mar (na praia, por exemplo) está com uma quantidade maior de ar sobre ela do que uma pessoa que está a 800m acima do nível do mar.
Então, quanto maior a altitude, menor é a pressão atmosférica exercida sobre ela. E quanto menor a altitude, maior é a pressão atmosférica.
O mesmo aparelho, que serve para medir a press√£o atmosf√©rica √© usado para medir a altitude. O bar√īmetro, ent√£o √© usado tamb√©m como alt√≠metro.

Ventos

Vento é o ar em movimento.

Uma camada de ar aquecida pelo Sol se expande, ficando menos densa e sobe. Uma camada de ar frio vai ocupar o seu lugar. Esse ar frio tamb√©m √© aquecido e sobe. Assim, formam-se as correntes de ar, que constituem os ventos. Nas regi√Ķes mais quentes (ar menos denso), a press√£o atmosf√©rica √© menor do que nas regi√Ķes mais frias (ar mais denso). Por isso, o vento sempre vai das regi√Ķes de alta press√£o para as de baixa press√£o.
A velocidade dos ventos varia de acordo com diferen√ßa de press√£o entre duas regi√Ķes e da dist√Ęncia entre elas.
Conforme a velocidade, o vento recebe nome diferente: brisa, ventos al√≠sios, ciclones e furac√Ķes.

A brisa é um vento fraco e agradável. Pode ser marítima ou terrestre. A brisa marítima ocorre de dia e se desloca do mar para a terra. A brisa terrestre ocorre de noite e se desloca da terra para o mar.
O vento al√≠sio √© brando e persistente. Atua nas camadas mais baixas da atmosfera, sobre extensas regi√Ķes, a partir de regi√Ķes de alta press√£o junto aos p√≥los, dirigindo-se para regi√Ķes equatoriais. Ele favorece a navega√ß√£o mar√≠tima. Podem ser de nordeste (hemisf√©rio norte) e de sudeste (hemisf√©rio sul).

Os ciclones ou tufão tem velocidade acima de 100Km/hora. Furacão também é um ciclone porque atinge velocidade superior a 300km/hora. Apresentam um movimento de rotação, que formam correntes de ar em espiral (redemoinhos).

Os ventos podem ser utilizados para a navegação (barco a vela) moinhos (como fonte de energia elétrica).

 

  

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